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Estudos "A maternidade em questão"

4 encontros de 1h30 às quintas-feiras de Setembro, com a psicanalista, psicóloga perinatal e Doutora em Família, Fernanda Leal, autora dos livros "O pai: uma função em declínio" e "A tristeza comum da mãe: reflexões sobre o estado psíquico do pós-parto".

Horário e local

09 de set. 19:00
Plataforma Zoom

Sobre o evento

Estudos “A maternidade em questão”

Ministrado pela psicanalista, psicóloga perinatal e Doutora em Família, Fernanda Leal, autora dos livros "O pai: uma função em declínio" e "A tristeza comum da mãe: reflexões sobre o estado psíquico do pós-parto".

São 4 Estudos de 1h30 de duração cada. 

Quando: 09, 16, 23 e 30 de setembro de 2021 (quintas-feiras)

Horário: 19:00 às 20:30

Temática dos Estudos:

1.  O que quer uma mãe, hoje?

Uma mãe quer duas coisas. Ela quer ter um filho e ela quer ser uma mulher. Entretanto, muitas vezes essa equação, essa transição, entre mãe e mulher ocorre de forma conflituosa. São sobre os impasses que se apresentam nesse caminho que esse Estudo pretende se debruçar.

“Tornar-se mãe é toda uma história que envolve genealogias e nomeações, desejos e demandas, traumas e identificações, expectativas e frustrações, amor e paixão, transmissão de vida e momentos de êxtase, felicidade e esperança no advir”. (Sergio de Campos)

2.  Mãe solo

Ao longo da história temos relatos diversos de mulheres que criaram seus filhos sozinhas. Hoje as identificamos como “mães solo”, reconhecida, de certa forma, como uma nova categoria sociológica. Nesse contexto parece haver uma correlação imaginária entre maternidade e feminino que pretendemos abordar a partir de algumas questões em torno do desejo de mãe e o papel desempenhado pelo filho para ela.

“Paixão celibatária ou solidão da fantasia? E se tivéssemos passado, como Lacan o predisse, do “Umfusional” ao “Um-totalmente-sozinho”?” (Rose-Paule Vinciguerra)

3.  Luto perinatal – um drama silencioso

Com participação da psicóloga Mariana Simonaci

A perda de um filho, de um bebê, de um neo-nato, e mesmo a perda gestacional, são perdas inomináveis. Um buraco aberto, sem margens e sem palavras que possam fazer desse real algo palpável. Se essas perdas são da ordem do impossível de nomear, o que uma análise tem a oferecer? É em torno desse sem nome que esse Estudo se deterá.

“Conjugando negações, nascimento sem filhos, luto sem ritual ou sepultamento, a dor é multiplicada por dez e pode ser infinita porque, ainda mais que a perda de um ente querido, é a perda de uma esperança que só um novo nascimento poderia reparar”. (Monique Bydlowski)

4.   A tristeza da mãe

A tristeza materna pode ser encontrada na literatura também a partir do conceito de baby blues, um quadro psíquico especifico do pós-parto considerado não patológico, e identificado, por muitos especialistas, como tendo uma função nesse momento inaugural do encontro entre mãe e bebê. Para além do baby blues que tem uma definição bem específica, esse Estudo abordará também o desencantamento materno diante dos imperativos e das expectativas com relação a uma maternidade idealizada. O que decorre do seu desejo e o que se impõe como imperativo? Ao se tornar mãe uma mulher tem o dever de ser “excelente” nessa função? Como equilibrar essas equações?

“Clamam, nas telas, o desencantamento das mães. O avesso da maternidade idealizada de outrora? A não ser que a maternidade se confronte com os bons, assim como com os maus encontros...” (Esthela Solano-Suárez)

Investimento: R$ 200,00

Pagamento pelo PagSeguro 

* Dividido 2x sem juros no cartão

VOCÊ PRECISA ESPERAR A DATA DO CARTÃO VIRAR? Fale com a gente e reserve sua vaga pelo e-mail matern@matern.com.br

OBSERVAÇÃO:

Os encontros serão gravados e ficarão disponíveis aos inscritos por um mês.

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